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Atualmente vivemos uma grande revolução digital onde os APIs (“Application Programming Interface”, Interface de Programação de Aplicativos) oferecem um grande diferencial. Na prática, são tecnologias de integração REST ou SOAP que funcionam a base de um protocolo HTTP e podem facilitar muito seu negócio digital.

Mas como funciona?

Por meio das APIs é possível fazer a comunicação entre os aplicativos sem a necessidade de intervenção de outros usuários. Analogicamente, podemos dar o exemplo de um adaptador de tomada elétrica. Esse artefato faz com que duas coisas “conversem” entre si fazendo com que diferentes padrões tenham uma conexão. É exatamente isso que um API faz!

Enquanto o usuário utiliza um aplicativo ou site, o seu API pode estar conectado a diversos outros sistemas e aplicativos sem que ele sequer perceba.

No Windows, essa plataforma funciona em um aplicativo que usa o relógio do sistema para exibir uma função idêntica por meio do programa ou relacionar algum comportamento a um período do relógio. Na Web, podemos utilizar como exemplo o sistema do Google Maps.

Enquanto um cliente acessa uma página de um restaurante, por exemplo, ele consegue ter acesso ao mapa que mostra a localização do estabelecimento na cidade e qual a melhor rota para chegar nele. Tudo isso é feito por um código original (do Google) reproduzido em outro site (do restaurante), que pode ser adaptado.

Para a construção dessas aplicações são levados em conta a experiência do usuário e o aspecto daquela aplicação, o que traz maior rapidez de desenvolvimento.

Por que é tão importante adotar essa estratégia?

As APIs podem absorver atividades diárias realizadas por pessoas, o que proporciona ganhos de agilidade e economia de tempo.

A estratégia de API visa dar maior flexibilidade, o que torna possível a criação de mais funcionalidades e serviços aos seus usuários de forma rápida e sem a necessidade de reescrever sua infraestrutura inicial periodicamente. É um modo simples de otimizar e agregar uma série de métodos para facilitar além do desenvolvedor o dia a dia das pessoas.

Como funcionam os Assistentes Virtuais que conversam (chatbots)?

O API facilita muito a criação de um Bot (software responsável por se comunicar com o cliente por meio de áudio ou texto com respostas automáticas). Essa estratégia de comunicação virtual é muito importante em meio a revolução digital que vivemos, na qual ninguém mais quer perder tempo. Os “chatbots” facilitam a comunicação do consumidor com a empresa.

Um bot utiliza tecnologia de NLP (“Natural Language Processing”, Processamento de Linguagem Natural), um campo de estudo da inteligência artificial, que visa criar modelos de redes neurais para compreender a linguagem humana, para que possam ser traduzidas em ações.

Esta complexidade está embarcada na nuvem em serviços como o LUIS da Microsoft, o API.AI recentemente adquirido pelo Google, o WIT.AI que provê fácil integração ao Facebook Messenger etc. Todas estas tecnologias fornecem diversos recursos de usabilidade e integração ao seu SDK (pacote de desenvolvimento) via API, proporcionando agilidade ao desenvolvimento de novos produtos.

Essa tendência vem crescendo muito atualmente graças a plataformas de desenvolvimento como os APIs e o boom das redes sociais como WhatsApp, Facebook Messenger e Telegram. Um grande número de usuários se concentram nessas redes e é neste meio que os bots tomarão conta futuramente.

RPA: ferramenta que alia agilidade e também lança uso de API

Como já vimos, um Bot entende a linguagem do ser humano rapidamente e dispara ações, por meio de outros canais. Quando pensamos nas solicitações dos clientes, alguma transação precisa ser realizada para entregar o que ele precisa, como a 2via de um boleto ou ou a consulta do preço de um produto com o uso de um código promocional de campanha.

Isto será realizado em um sistema da empresa, que fornece as informações para a realização do serviço. Entretanto, caso este sistema não disponibilizar a conectividade esperada, uma adaptação será necessária para alterar diversos componentes e prover os dados em camadas de serviço.

Alterar um sistema estável, demanda tempo e gera riscos a uma operação, pois aquela estabilidade alcançada pode estar em cheque, o que pode custar caro.

Ao invés de demandar longos projetos, com o envolvimento de muitos profissionais de TI para readaptar o legado, a empresa pode optar por soluções de RPA (Robotic Process Automation), como a iCaptor.

Com RPA é possível fazer uso do legado atual com agilidade e baixo custo, pois as transações dos serviços são executadas utilizando as telas dos sistemas da empresa, como um ser humano faria, sem ser invasivo e demandar alterações no legado. Assim, você terá um melhor aproveitamento da sua infraestrutura e entregará os projetos em um tempo muito menor.

Uma vez criada estas transações digitais com uma plataforma de RPA, além da escala que o serviço passa a entregar em picos elásticos de demanda, também é possível transformar estes serviços de automação em API.

A empresa, com o tempo, construirá um catálogo de transações digitais, que acelerará a sua transformação digital, diminuindo drasticamente o tempo de criação de novos serviços digitais e a colocará em pé de igualdade na briga pela entrega da melhor experiência ao usuário.

Para quem tem dúvida do que seria um catálogo de API dentro da sua empresa, sugerimos visitar os serviços do /api explorer da IBM. Agora, consegue imaginar algo sim traduzido para as transações da sua empresa? Entre em contato conosco, pois a equipe técnica da iCaptor  irá ajudá-lo.

 

Avance sua estratégia digital e saiba mais usando nosso simulador iCaptor

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