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A RPA (Robotic Process Automation), ou Processos Robóticos Automatizados, devido a sua grande capacidade de impacto em reduções de custos, escala de produção com otimização de processo e elevado poder de transformação, tem sido considerado por muitos ao redor do mundo, como mais uma das soluções ao lado de tecnologias de inteligência artificial, computação cognitiva e machine learning ferramentas que desenvolverão a  4ª Revolução Industrial que iremos vivenciar nos próximos anos.

O desenvolvimento cada vez mais acelerado das tecnologias digitais altera a forma com que os seres humanos entram em contato com o mundo e interagem com os fatos do cotidiano. A integração de sistemas de RPA, por exemplo, tem feito o mercado reconsiderar estratégias e metodologias de trabalho.

A chamada 4ª Revolução Industrial trata do aprimoramento da tecnologia em substituição às tarefas humanas. A RPA, como a iCaptor, por sua vez, tem exercido papel importante nessa informatização em massa ao aumentar a precisão das ações, diminuindo os custos e possibilitando a execução de outras tarefas de maior valor agregado.

Ao passo em que projetos de desenvolvimento e pesquisa recebem incentivo, o processo de inovação tecnológica se intensifica de maneira contínua.

Um grande mito, porém, é pensar que os avanços atuais não são tão disruptivos como antigamente. É certo que a velocidade das inovações tecnológicas é muito maior hoje em dia, mas, ainda assim, é cedo para falar o que tem mais impacto – a criação do motor a combustão ou a casa inteligente, por exemplo.

A Onda das Revoluções

A Revolução Industrial precursora de todas as mudanças aconteceu em meados do século XVIII na Inglaterra. O surgimento das máquinas a vapor, e a descoberta do carvão mineral como fonte de energética, impulsionou a produção têxtil e fortaleceu o sistema de trocas capitalista. A escalada da ciência superava o sistema manufatureiro da época.

Com o êxodo rural e o surgimento das metrópoles, uma série de mudanças foram acontecendo a a partir do século XIX. O motor à combustão deu origem ao avião. A indústria automobilística se fortaleceu e o cinema se tornou um grande instrumento de lazer para a população das grandes cidades. Todos esses avanços marcaram a 2ª Revolução Industrial.

A terceira fase desta onda de revoluções aconteceu no século XX. O surgimento de um sistema automatizado de armazenamento de dados nos anos 1960 foi o início do que hoje conhecemos como internet.

A evolução tecnológica a partir da virada do século, com o surgimento dos computadores, os celulares e o amadurecimento da rede interligada criou o ambiente que vivemos hoje. O aprimoramento das tecnologias e a onda de inovações apresenta infinitas possibilidades ao mercado.

Automação de Sistemas e Inovação Humana

Focadas na manutenção da alta produtividade e de resultados de grande impacto, as empresas recorrem às tecnologias de inovação como a RPA para facilitar processos e substituir a força de trabalho humana em ações tediosas, como o preenchimento de tabelas, o abastecimento de dados e a operação de sistemas. Não é à toa que está virando tendência mundial.

Aliar o uso de processos robóticos automatizados a uma equipe com sede de inovação é a receita ideal para aumentar as receitas e recuperar os investimentos a curto prazo. Esse intercâmbio entre os sistemas inteligentes e a criação humana ajuda a empresa a ganhar tempo com projetos inovadores em vez de monótonos.

A Força de Trabalho Digital

A presença de robôs para cumprir serviços de forma automática não é o fim do trabalho, como muitos podem pensar. Mas sim o futuro dele. Com o auxílio da tecnologia, tarefas manuais podem ser executadas de forma ágil e sistêmica. Gerenciar as mudanças é também se dar conta dos riscos.

Um estudo produzido em conjunto pela Universidade de Oxford e pelo Citibank, em 2016, relatou que 47% dos empregos nos Estados Unidos seriam afetados com o avanço das tecnologias digitais no ramo dos serviços.

Aliando conceitos como a Inteligência Artificial, a Computação Cognitiva e o Aprendizado da Máquina, a implantação da RPA traz inúmeros benefícios no processo de “digitalização” de uma empresa.

Além de uma maior eficiência dos processos e da diminuição dos erros, a redução dos custos e a projeção do retorno do investimento a curto prazo são fatores que agregam valor a uma solução como a interface robótica.

Com o auxílio dos robôs, é possível realocar a força de trabalho humana para tarefas mais inovadoras e de maior valor agregado para a empresa, no contexto de um mercado competitivo.

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